
Onde: Workshop Doce Casamento, no Clube Monte Líbano.
Quando: 24 de julho, de 12 às 20h [pensamos em chegar lá por volta de 15 ou 16h]

E aí? 'Bora?
* Tati e Marcela que me deram corda! E Elisa, nós sabemos que você vai, hein? [Ó a pressão!]


Vocês deixariam ela acesa durante a noite? É ruim, hein?


O batom eu tenho, mas daí a conseguir fazer uma maquiagem assim...Pois é. Furadassas! Já fiz o teste várias vezes acessando o blog através do google por n termos diferentes e esses termos não entraram nas contas da Origem de Tráfego. Depois falam mal dos estatísticos e a gente não sabe o motivo... ¬¬
Em compensação, já apareceram as coisas mais aleatórias do mundo, como “blogs de dicas para arrumar a mala de viagem do homem para a lua de mel” ou “como comprar um carro elétrico”, mas uma em particular me fez rir: “o que é um fígado chumbado?”
Não duvido nada que a busca tenha sido feita por alguém que leu isso justamente aqui, e como foi mais de uma pessoa que veio parar no blog dessa forma, vou explicar.
[senta que lá vem a históóória]
Eu sou tão sistemática que meu relógio está sempre adiantado uns 6 minutos. Daí que acho que até meu organismo já acostumou com isso: acordar todos os dias na mesma hora, fazer sempre as mesmas coisas, uma vibe meio Sheldon Cooper. Deu pra captar o que estou falando, né?
Então. Esse ano uma amigona minha e do Elmo veio passar o carnaval com a gente. Como seu voo de volta pra casa estava marcado pra bem cedo na quinta feira depois do carnaval e não enforcaram o restante da semana lá no trabalho, acordei umas três horas antes do de costume pra poder acompanhá-la no aeroporto e depois seguir direto pra indústria vital. O dia correu meio sonolento, a gastrite atacou um pouco, mas nada que afetasse [demais] meu desempenho.
Na sexta feira de manhã, meu amigo... Acordei urrando de dor. Elmo me jogou num táxi e corremos pro hospital.
Pra encurtar a história, depois de uma radiografia e uma tomografia descobri que estava com o tal do fígado esteatótico: um acúmulo de gordura no fígado que pode levar a uma inflamação e até cirrose! Sério? Eu, com cirrose? [Ó a ignorância do cerumano que acha que só quem bebe tem cirrose...]
A médica me deu um baita de um susto. Disse que se eu não me cuidasse, que voltaria lá em alguns meses pra um transplante de fígado. Naquele dia eu fiz o Elmo comer tudo quanto era porcaria que tinha na geladeira e fiquei a base de papinha Nestlé.
Mas falando sério, parece que boa parte da população tem isso e nunca fica sabendo. A coisa não tem sintoma algum, meu tio mesmo descobriu quando foi cuidar de umas pedrinhas nos rins.
O tratamento? No meu caso, dieta. Leite desnatado e nada de gordura ou açúcar, já que tudo isso dá muito mais trabalho pro fígado. Tenho que voltar a fazer exercícios também, mas ainda estou dando um tempo por conta dos maus contatos na cabeça [tô parecendo até velhinho na fila do INAMPS, putzgrila...].
Até hoje eu não faço ideia do que me levou pro hospital. O bom disso tudo foi que me toquei de quanta bobagem andava comendo e de quanto realmente eu estava acima do peso: só com reeducação alimentar eu perdi uns 5kg desde o carnaval. Deu uma estabilizada nessas últimas semanas porque ando um pouco menos xiita e porque também não quero perder peso muito rápido [o que não é nada saudável].
Sabe o que é mais tosco? Joguei “fígado esteatótico” na busca de imagens do Oráculo e olha só o que me aparece:
ME-DA!